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Diretório de Advogados
Jair Asevedo
Palmas (TO)
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Sobre mim
Advogado licenciado, em virtude da posse como Analista Especializado / Ciências Jurídicas, do Ministério Público do Estado do Tocantins
Comentários
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Jair Asevedo
Comentário ·
há 10 anos
Em nome do pai: o que acontece quando prendemos inocente
Canal Ciências Criminais
·
há 10 anos
Me esqueci, no meu comentário anterior, de acrescentar, fundamentando, que o nosso
Código de Processual Penal prever a condução coercitiva, seja para o Ofendido (art. 201, § 1º), a Testemunha (art. 218), o Acusado (art. 260), ou o Perito (art. 278).
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Jair Asevedo
Comentário ·
há 10 anos
Em nome do pai: o que acontece quando prendemos inocente
Canal Ciências Criminais
·
há 10 anos
Dr. Maurício,
Tenho 67 anos e convivi com o Regime Militar instalado em 31 março de 1967. Naquele ano eu servia ao Glorioso Exército Brasileiro, no Tiro de Guerra nº 294,
em Porto Nacional, então pertencente ao Estado de Goiás e, após a Constituinte de 1988, integrante do Estado do Tocantins. Sou testemunha ocular de que o então
Presidente Castelo Branco, que visitou Porto Nacional e o Comandante Militar do Planalto e da 10ª Região Militar, General de Divisão Clovis Bandeira Brasil, defenderam, eficazmente, o nosso JALAPÃO, contra a tentativa de formação de
uma Colônia estrangeira. Nunca publiquei isto, porque, na época, eu era Secretário
daquele Tiro de Guerra, sob o comando do saudoso Sargento Edes Guimarães e
só nós dois tivemos acesso a um documento SOB SIGILO sobre o caso. Falo isto
para demonstrar que tenho convivido com a política brasileira e prestado atenção
às ações governamentais, desde a minha infância e nunca vi uma degradação do
Brasil, como agora. Convivo, por outro lado, com investigação criminal desde 1966, quando foi nomeado Escrevente Juramentado do Crime em Porto Nacional, depois como Advogado e, por último, como Analista do Ministério Público. Por toda essa minha convivência, quero externar que discordo do adjetivo "famigerada", constante do seu artigo, dado à patriótica Operação Lava Jato.
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Jair Asevedo
Comentário ·
há 10 anos
Homem acusado injustamente de estupro é libertado depois de passar 30 anos na prisão
Canal Ciências Criminais
·
há 10 anos
Conheço um caso semelhante de erro de julgamento pelo TJDFT, por suposto crime contra vulnerável. Nesse, para satisfazer a grande mídia, mediante armação policial, um pai de família e micro empresário foi preso no seu estabelecimento comercial e condenado a 9 anos e 4 meses de prisão, tendo a suposta vítima 159 cm de altura e 58 kg de peso e sem portar documento. O Laudo de Corpo de Delito atestou que a vítima continuava virgem e não possuia lesão vaginal e nem anal.
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Mariza F Viana
Comentário ·
há 8 meses
STJ enterra a era do print de WhatsApp como prova penal
Temístocles Telmo Ferreira Araújo
·
há 8 meses
Daqui a pouco precisaremos de provas confessas pelo criminoso para que ele seja responsabilizado pelo crime que cometeu. O mundo das mensagens eletrõnicas é onde se cometem os mais absurdos crimes de injuria, difamação, e toda sorte de ofensas. Inclusive o meio onde as quadrilhas se comunicam e os bandidos acuam suas vitimas Muitas vezes, são as únicas provas que as mulheres conseguem das ameaças de seus companheiros violentos, porque determinados crimes ocorre dentro do lar, e sabemos o quanto é difícil provar que acontecem. Se essas mensagens de whatSap como prova não servem mais ou dificultam com uma serie de regras pra que elas sejam validas, isso só está favorecendo o crime e a impunidade. Na minha opinião é um retrocesso inaceitável e facilita a violencia contra a mulher principalmente.
Mariza Viana
OAB/SP 410.371
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